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HORROR NO AMAZONAS: homem gay de 25 anos é torturado, morto e tem olho arrancado no estado

Posted: segunda-feira, 14 de março de 2011 by Daniel Lélis in Marcadores: , , , ,
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Um homem de 25 anos, agente de saúde do municipio de Anori (a 195 quilômetros de Manaus) com 16 mil habitantes, foi assassinado com 30 facadas e teve um dos olhos arrancados pelos assassinos que o roubaram e o mataram por ser homossexual. Marlon Neves Gomes foi ainda torturado, degolado e há indícios de violência sexual. O corpo foi encontrado em uma quadra de esportes da cidade na tarde do sábado, próximo a sua residência e a polícia já prendeu três suspeitos. Apesar do latrocínio, roubo seguido de morte, a polícia trabalha com a hipótese da orientação sexual do morto ter motivado a ação dos criminosos. Segundo informações passadas para a Lado A, os assassinos conheciam a vítima e foram identificados por uma testemunha.


Os homens suspeitos de terem cometido a barbárie tiveram que ser protegidos pela polícia pois a população queria linchar os três que mataram Marlonzinho, como era conhecida a vítima, querido por trabalhar em um posto de saúde. O terceiro suspeito foi preso em uma cidade vizinha e por questão de segurança não foi levado a Anori, que conta com um reforço de efetivo vindo para acompanhar o caso. A cidade possui apenas quatro PMs em seu efetivo e recebeu mais seis policiais esta semana. O crime chocou a cidade e gays locais se organizaram para pedir maior atenção contra a violência no município na capital, Manaus.



Segundo o cabeleireiro Jaílson Matias Bezerra, a “Charlete”, da Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros do município, é freqüente a homofobia na cidade e o aumento da violência em razão das drogas. Este teria sido o quarto assassinato do ano na cidade. Ele mesmo disse  já ter sido agredido por ser homossexual.

Matéria do site 'Revista Lado A'.

COMENTÁRIO:

A pergunta que fica, depois de mais essa notícia triste é: até quando o preconceito continuará matando, de forma cruel, os homossexuais brasileiros? O que falta para criminalizar esse ódio desumano, injustificado, abjeto, que vitima tantos pelo Brasil afora? A homofobia é uma vergonha nacional. Quantos mais precisarão morrer para que o Estado dê uma resposta?

Daniel Lélis

Capa da revista Época aborda o "amor e ódio aos gays"

Posted: sábado, 5 de março de 2011 by Daniel Lélis in Marcadores: , , ,
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Como prova de que a homossexualidade e a homofobia são temas em pauta no Brasil atual, chega às bancas nesse final de semana Revista Época que traz em sua capa os dizeres: 'Amor e ódio aos gays'. O semanário trata com prudência, realismo e honestidade a necessidade de se criminalizar a homofobia. 
Com uma bandeira do arco-íris cuja faixa vermelha sangra na capa, a revista coloca: “Amor e ódio aos gays. No carnaval, o Brasil aceita, imita e consagra os homossexuais. Por que, no resto do ano, há tanta violência contra eles?”
A resposta, ou o caminho para chegar até ela, você confere nessa edição corajosa de um dos mais famosos semanários do Brasil.
Daniel Lélis

Homossexualidade no Reino Animal

Posted: quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 by Daniel Lélis in Marcadores: , , ,
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Um argumento muito utilizado por homofóbicos para criticar a homossexualidade é de que ela vai contra a natureza. Não é o que diz a Ciência, uma vez que segundo os estudiosos, a homossexualidade está presente na maioria das espécies de animais.

Ranking da homossexualidade no Reino Animal:


QUINTO LUGAR: PEIXES-MEXERICA (Etroplus maculatus)


Esse pequeno peixe laranja, original de algumas regiões da Ásia mas hoje facilmente encontrado em lojas e aquários pelo mundo, é bissexual porque não sabe diferenciar bem machos e fêmeas. Não se trata, nesse caso, portanto, exatamente de uma adaptação evolutiva, mas do um fruto de uma limitação de reconhecimento da espécie. Os dois sexos realmente são muito parecidos, e por isso aquaristas com frequência têm dificuldade para saber qual o sexo dos indivíduos que estão colocando juntos.



QUARTO LUGAR: CISNES-NEGROS (Cygnus atratus)

O cisne-negro macho, além de bastante monogâmico, é gay com frequência. Cerca de 25% deles escolhem outros machos para serem seus parceiros, e os animais ficam anos e anos juntos. Casais gays, claro, têm um problema reprodutivo sério. Por isso, membros de casais de machos têm relações com fêmeas. Mas, assim que ela põe os ovos, os dois machos colocam a coitada para correr e, cheios de amor, cuidam juntos dos ovos. Em outros casos, os animais simplesmente roubam os ninhos de casais heterossexuais e adotam os seus ovos.nOs cientistas suspeitam que, quando os dois cisnes gays somam as suas forças, conseguem defender melhor seu território, mesmo em comparação com casais héteros. Resultado disso é que, em média, "filhos" de casais gays têm mais chances de sobreviver.

TERCEIRO LUGAR: GOLFINHOS (Tursiops truncatus)

O golfinho-comum, também conhecido como golfinho-nariz-de-garrafa, ficou famoso por causa do Flipper, da série de televisão. Os telespectadores não tinham ideia, porém, das coisas que o simpático golfinho fazia quando as câmeras estavam desligadas. Isso porque, em média, esses animais mantêm o mesmo número de relações hétero e homossexuais -- a grande maioria dos indivíduos é bissexual, e alguns passam por longos períodos de exclusividade homossexual. O tal nariz de garrafa é utilizado para estimular a área genital dos colegas. Duradouras alianças têm interações homossexuais como alicerce. A amizade, portanto, é fortelecida com carícias entre diferentes machos, por exemplo.

SEGUNDO LUGAR: BISÕES AMERICANOS (Bison bison)
                                                                   
Se os outros animais fazem sexo homossexual por amizade ou carinho, os bisões americanos fazem por um motivo, digamos, mais macho: montam nos seus pares para reforçar a hierarquia. Entre eles, concluíram os cientistas, sexo anal está altamente relacionado à dominação. Os bisões-alfa, portanto, não perdoam os colegas com menos status. Um animal monta no outro com agressividade. Como eles podem chegar a dois metros de altura e quase uma tonelada, há bastante brutalidade na cena. Interações entre as fêmeas, porém, são mais raras. Outro fator que estimula o comportamento homossexual na espécie, de acordo com Bagemihl, é a falta de opção. Se o acesso às fêmeas é difícil (e elas só estão disponíveis para o acasalamento uma vez por ano), sobra para um outro macho desprevenido que estiver por perto. Com menor frequência, há casos homossexuais registrados na literatura entre bovinos domesticados, que são primos dos bisões.

PRIMEIRO LUGAR: BONOBOS (Pan paniscus)

O primeiro lugar vai para os bonobos porque esses animais levam a ideia de amor livre a sério. Exceto pelas substâncias alucinógenas e pela trilha sonora de The Who, eles fazem das terras onde vivem, na República Democrática do Congo, uma espécie de Woodstock animal -- muito pouco agressivos, os bonobos, não à toa, são conhecidos como "macacos hippies". Sexo é parte da vida dos bonobos como em nenhuma outra espécie de primatas. Eles fazem sexo para resolver conflitos, para pedir desculpas, como forma de congratulação e, claro, na maioria das vezes só por prazer mesmo. Nas palavras do grande primatologista Frans de Waal, os bonobos fazem tanto sexo que uma hora até cansa ficar observando seu comportamento. Tanto os machos quanto as fêmeas se envolvem em sexo homossexual, mas elas se destacam. Passam boa parte do dia se estimulando, e sexo oral é extremamente comum. Com um clitóris bem maior do que a das humanas, atingem o orgasmo com extrema facilidade. E não perdem uma oportunidade: "Uma fêmea pulou nos meus ombos, envolveu minha cabeça nos seus braços e tentou puxá-la para o seu clitóris. Eu não deixei", diz Vanessa Woods, cientista que trabalhou com a espécie.

Matéria da Folha de São Paulo, caderno de ciência.


Vídeo mostra casal de leões gays:

5 dicas para você não cometer gafes com amigos gays

Posted: segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 by Daniel Lélis in Marcadores: , , , , ,
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1 – Jamais fale “homossexualismo”. Desde 1993, na sua décima edição, a Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde (OMS) deixou de classificar a homossexualidade enquanto doença, por isso o sufixo “ismo” (que nos lembra estado doentio, doença, inflamação) deixou de ser empregado no radical “homossexual” e foi substituído pelo sufixo “dade”  (que nos traz à memória o sentido de qualidade, de estado), criando assim uma palavra mais adequada: “homossexualidade”. 

2 – Fuja do censo comum e não diga “opção sexual”. Você que é heterossexual também não optou por ser heterossexual. A sexualidade faz parte do processo de construção da nossa identidade, não temos a oportunidade de escolher em determinado momento da vida para onde nossos desejos sexuais e afetos serão orientados. Então o correto é “orientação sexual”.  

3 – Cuidado com as piadinhas. Você pode estar contribuindo para que algum  homossexual sinta-se ofendido e deixe de confiar em você. As relações poderão ser mais  francas e respeitosas sem que você reproduza situações que expõe o gay ao ridículo ou desvalorize a sua expressão afetiva e sexual. 

4 – Não seja ingênuo em pensar que somente os afeminados e delicados podem ser homossexuais. Há muitos gays que fogem ao estereótipo da “bichinha”. Por isso,  sem nenhuma intenção, você pode fazer algum comentário ou cobrar uma postura heterossexual de um amigo que é gay e tornar-se muito inconveniente.   

5 – Ao saber da homossexualidade de um amigo, não tenha medo. A amizade não precisa diminuir por causa disso, pelo contrário, é uma ótima oportunidade para estreitar as relações. Não seja bobo achando que esse amigo vai dar em cima de você ou, no caso das mulheres, que ele é homossexual porque não experimentou uma noite prazerosa com alguém como você. Respeite-o e viva bem. 

Por Tiago Duque



Meu filho é gay/lésbica, e agora?! 5 maneiras de lidar com filhos gays

Posted: by Daniel Lélis in Marcadores: , , ,
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1. Não tente diagnosticar a homossexualidade. Seu filho pode estar imitando trejeitos de pessoas com quem convive ou de personagens de novelas. 

2. Tome cuidado para não mostrar pensamentos preconceituosos. Um comentário seu pode traumatizar seu filho e fazer com que ele se afaste de você. 

3. Se perceber que seu filho pode ser homossexual, pense em como essa confirmação vai te atingir. Se o primeiro pensamento for de brigas e lamentações, procure ajuda. 

4. Não vasculhe a vida dele. Vá conversando aos poucos, até ele sentir confiança e se abrir. 

5. Não sinta vergonha. Seu filho espera apoio, compreensão e amor.

O que os pais devem saber sobre a homossexualidade:

O psicólogo Claudio Picazio desmente alguns mitos sobre o desejo por pessoas do mesmo sexo 

. Ser homossexual é uma opção (mentira) 
Não há um único homossexual que faria essa escolha se pudesse. As pessoas sentem o desejo que é natural para elas. 

. A culpa é da educação, do excesso de cuidado ou de rigidez que eles receberam (mentira) 
Desejo sexual não se ensina nem se influencia. O que a família pode determinar são os valores que os filhos vão usar para lidar com o amor e o sexo. 

. Menino sensível e menina agressiva: sinal de homossexualidade (mentira) 
Isso tem mais a ver com os hábitos das pessoas com quem a criança ou o adolescente convivem e que podem estar sendo simplesmente imitados. 

. Homossexuais são promíscuos (mentira) 
Promíscuas são as pessoas que transam muito, sem cuidados, podendo ser hétero ou homossexuais.

Link com a matéria completa: aqui

Você sabe o que é bareback?! Leia e entenda esse perigoso 'fenômeno'

Posted: domingo, 16 de janeiro de 2011 by Daniel Lélis in Marcadores: , , ,
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Bareback foi um termo criado pelos cowboys dos Estados Unidos, e significa "montar sem sela". Há competições onde os montadores, seja em boi ou em cavalo, o fazem sem o aparato: direto nos pêlos do animal. Vence a disputa aquele que ficar mais tempo em cima do bicho, direto na pele.


No mundo do sexo, os adeptos desta prática não utilizam o preservativo. O fetiche aqui está relacionado ao sexo direto na carne. Na Europa e Estados Unidos, o bareback está amplamente disseminada no meio gay. Pesquisas e levantamentos de mercado  apontam que filmes pornôs, héteros ou gays, nos quais os atores não se protegem, são os mais procurados e vendidos.



Os que não são muito fãs da camisinha gozam de um segundo fetiche, associado ao risco de se contrair AIDS, ou outras DSTs. Em alguns encontros de barebacks, na Europa ou EUA, o perigo excita no ritual de passar adiante o "presente", ou "the gift", no caso o vírus HIV. Conhecidas como festas de conversão, nestas "reuniões", pessoas soropositivas e negativas transam sem preservativo, para assim "presentear" aqueles que ainda não se converteram.



As "Conversion Party" ainda não deram as caras pelo Brasil, pelo menos que se tenha conhecimento. Mas, em um rápido passeio pela internet, você pode encontrar filmes nacionais e comunidades no Orkut, como por exemplo, "Bareback Teen Brasil", voltada para adolescentes, e a oficial do grupo, "Bareback Brasil". Para entender melhor, a reportagem da revista A Capa entrevistou um adepto da prática. Seu nome é Fernando**, 30 anos e enfermeiro. Ele conta que já pratica o bare há muitos anos e que o tesão do barebacker é "sentir pele com pele, sem algo entre você e ele. Eu particularmente broxo só de por a camisinha, pois não se sente nada, é a mesma coisa que transar com um boneco de sex shop", diz.



Gaius Caesar é o organizador da primeira festa bareback que se tem notícia pelo Brasil. No site de divulgação do encontro, há inúmeras fotos com rapazes transando e, claro, sem qualquer tipo de proteção. Gaius diz que sua festa não tem regras. "O único objetivo é fazer com que o prazer flua da melhor maneira. Em meus encontros não coloco regras, as pessoas as criam", afirma. No convite da festa, há um símbolo com um X sobre uma camisinha, indicando a proibição de levar preservativos ao encontro. Ainda sobre a festa, ele explica que a intenção é celebrar a liberdade. "É a liberdade, o encontro com pessoas que pensam da mesma forma, sem qualquer tipo de pudor".



Fernando revela nunca ter participado de festas como as organizadas por Gaius. Diz também que não gosta muito, prefere fazer o encontro a dois. Sobre o risco de contrair doenças com o bareback, ele compara com o ato de se fazer comidas em microondas. "Nunca peguei DST de nenhuma espécie, trabalho na área da saúde e sei o risco que se corre. Não costumo pensar no depois, seria o mesmo que pararmos de comer coisas preparadas em microondas, pelos raios cancerígenos, ou pararmos de usar celular porque causa problema auditivo e também é cancerígeno. Se formos pensar no que não devemos fazer, não faremos nada do que é bom na vida." Sobre os seus encontros, ele diz que sempre acerta a relação sem camisinha antes da transa. "Sempre é pré-combinado. Não tem conversa fiada."



Uma questão de saúde

Para Eduardo Barbosa, diretor adjunto do Programa Nacional DST/AIDS, não há um crescimento do bareback no Brasil. "Acreditamos que o ato ainda está muito restrito à internet". Ao saber sobre a existência de uma festa bareback, Eduardo diz que "a lei garante a liberdade do indivíduo". Também há o seguinte: a partir do momento que a pessoa assume tal comportamento sabendo dos riscos, ela os assume".

Os entrevistados que praticam o bareback alegam a questão da liberdade, de não ficar preso ao medo de se contaminar e, do principal, que é sentir "a carne na carne". Porém, vale alertar, o sexo sem camisinha pode trazer danos irreparáveis a quem gosta de fazê-lo.


* Matéria originalmente publicada na edição #15 da Revista A Capa - Agosto de 2008
** A pedido dos entrevistados, os nomes originais foram alterado

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A recomendação desse blog é: USE SEMPRE, INCONDICIONALMENTE, INVARIAVELMENTE,  CAMISINHA! O Bareback é uma atitude irresponsável e perigosa.

Daniel Lélis

Símbolos LGBT e seus significados

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Triângulo Rosa e Negro


Um dos símbolos mais antigos é o Triângulo rosa, o qual foi originalmente utilizado nos campos de concentração Nazista para identificar àqueles homens "acusados" por sua natureza homossexual. Aqueles que fossem judeus e homossexuais (considerados o pior nível de prisioneiros) ao mesmo tempo deviam levar um triângulo rosa com outra cor amarela superposto. Em ambos casos, deviam usar esta insígnia sobre seu peito, costurado em sua roupa. Estima-se que cerca de 220.000 gays e lésbicas morreram junto aos seis milhões de judeus que os Nazistas exterminarão em seus campos da morte durante a Segunda Guerra Mundial, como parte da denominada "solução final" de Hitler .
Por esta razão, a partir de 1970 o triângulo rosa foi utilizado tanto como um símbolo identificatório para recordar as atrocidades sofridas pela comunidade homossexual durante a perseguição Nazista, como para representar a união do movimento homossexual. 







Bandeira Gay


Versão atual da Bandeira Gay.
Gilbert Baker desenhou a bandeira gay em 1978 para a Celebração da Liberdade Homossexual em San Francisco. A bandeira não mostra um arco íris real. O autor inspirou-se em várias fontes como o movimento hippie e o Movimento pelos Direitos Civis nos Estados Unidos. As cores mostram-se em linhas horizontais com a cor vermelha em sua parte superior e o púrpura na inferior. Representa a diversidade da homosexualidade tanto feminina como masculina ao redor do mundo. A banda cor púrpura às vezes substitui-se com uma cor negra para representar a masculinidade ou o orgulho do fetichismo do couro negro.

 O significado das cores da bandeira original segundo Baker,  simbolizam os diferentes aspectos de vida LGBT:
  • Rosado: a sexualidade.
  • Vermelho: a vida.
  • Laranja: a saúde.
  • Amarelo: o sol.
  • Verde: a natureza.
  • Azul: a arte.
  • Índigo: a harmonia.
  • Púrpura: o espírito.

Lambda

O símbolo lambda.
Em 1970, a letra grega lambda (λ) foi seleccionada para simbolizar a campanha de libertação homossexual para a Aliança de Activistas Homossexuais. Quatro anos depois, o Congresso Internacional de Direitos Homossexuais em Edinburgo ,Escócia, elegeu o mesmo símbolo para representar os direitos de lesbianas e gays. Como resultado, o símbolo lambda tem sido reconhecido internacionalmente pelo movimento LGBT em 1974. Utiliza-se de cor lavanda, uma cor que, como o rosado, se associa com a homosexualidade. A letra lambda em física , representa a longitude de onda associada com a energia, portanto utiliza-se para simbolizar a energia do Movimento de Direitos Homossexuais. Diz-se também que significa a união na opressão.
A organização de direitos homossexuais, Lambda Legal, faz uma alusão deste símbolo em seu nome.

Anéis da Liberdade

Conformam-se por seis anéis de alumínio desenhados por David Spada, a cada um com as cores da bandeira gay. Utilizam-se geralmente em colares, pendentes ou llaveros. Recentemente incluiu-se uma alternativa aos anéis, utilizando triângulos em seu lugar.

Símbolos do gênero homo

Os pares de símbolos de género e os conforme à representação feminina são usados como símbolos distintivos de homossexuais masculinos e lesbianas respectivamente. As variações destes símbolos podem-se encontrar tanto na bisexualidade como na transexualidade.





Labrys


O Labrys.

O labrys ou machado de dupla folha, foi um símbolo utilizado pela antiga civilização minoica (às vezes associado com o poder matriarcal) e nas lendas da Grécia antiga foi utilizado por Amazonas escitas. Também se associa com a deusa grega Demetria (Ceres, na mitología romana) e ocasionalmente a deusa grega Artemis (Diana na mitología romana). A religião da civilização minoica centrava-se no poder de uma deusa que se mostrava com o torso nu. Acha-se que foi a protetora das mulheres naquele tempo, e esta deusa se representa com serpentes estendendo desde suas mãos, símbolo da fertilidade e a agricultura, e rodeada por devotas com machados de dupla folha, as quais eram utilizadas para lavrar a terra.
Este símbolo atualmente utiliza-se para representar ao movimento lésbico e feminista por sua força e independência.

Mano Púrpura


Mano Púrpura dos anos 70s.
Em uma noite de Halloween , o 31 de outubro de 1969 , sessenta membros da Frente de Libertação Homossexual (Gay Liberation Front, GLF) e a Sociedade pelos Direitos Individuais (Society for Individual Rights, SIR) marcharam em protesto para o jornal San Francisco Examiner em resposta a uma série de artigos com comentários despectivos para a comunidade LGBT nos bares e clubes gay de San Francisco. O "protesto pacífico" na contramão da política editorial homofóbica resultou tumultuosa e foi chamada posteriormente como "Na sexta-feira da mano púrpura" e "Sexta-feira sangrenta da mano púrpura".
Algumas pessoas reportaram que um balde com tinta foi arrojado desde o teto do edifício. Os protestantes "utilizaram a tinta para escrever "Gay Power" (Poder Homossexual) e outros slogans nas paredes do edifício e estamparon suas mãos cor púrpura sobre toda a área central de San Francisco, o que resultou uma das demonstrações mais visíveis do movimento gay no momento.

Símbolos da bissexualidade

Os triângulos bissexuais foram criados em 1978 por Liz Nania. Representam à bissexualidade e o orgulho bissexual. A origem exata deste símbolo é ambíguo. Faz parte do pensamento popular que a cor rosa representa a homosexualidade (e assim o faz, se está só) enquanto o azul representa heterosexualidade. Juntos formam a cor lavanda, uma mistura de ambas orientações sexuais. É também possível que a cor rosado represente a atração para as mulheres e o azul a atração para os homens, conformando a cor lavanda a atração para ambos.
Em 1998, Michael Page desenhou uma bandeira do orgulho bissexual para representar a dita comunidade. Esta bandeira retangular consiste em uma banda cor magenta acima representando a atração do mesmo sexo; uma banda azul abaixo, representando a atração ao sexo oposto e uma banda mais estreita no centro de cor lavanda escuro representando a atração a ambos sexos.
As luas bissexuais foram criadas para evitar o uso dos triângulos que possuem um passado diretamente unido ao Nazismo.





Símbolos dos transgêneros

Os símbolos populares utilizados para identificar pessoas travestidas, transsexuais e outro tipo de pessoas transgêneros frequentemente consistem em uma modificação do símbolo biológico dos sexos, baixo a autoria de Holly Boswell. Em adição à seta apontando para o extremo superior direito que representa ao homem (símbolo astrológico de Marte ), se adiciona a cruz na parte inferior do círculo representando o símbolo feminino (do símbolo astrológico de Vénus ). Incorpora assim ambos aspectos, tantos masculinos como femininos.
Outro símbolo transgênero é a Bandeira do orgulho transgênero, desenhada por Monica Helms e apresentada pela primeira vez em sociedade em uma marcha do orgulho gay em Phoenix, Arizona no ano 2000. 







Link com o conteúdo completo da reportagem, aqui.

Atenção: como o conteúdo original estava em Português de Portugal, algumas adaptações se fizeram necessárias.

5 mitos derrubados sobre os gays

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1 – ANIMAIS SÃO SEMPRE HETEROSSEXUAIS
Disponível na Web
Há quem conteste o homossexualidade por dizer que não é parte da natureza, já que não existem animais gays. Mentira. Animais como pinguim, golfinho, bisão, cisne, girafa e chimpanzé são apenas alguns exemplos de animais que praticam relações homossexuais.
Isso derruba outro senso comum, de que os animais só fazem sexo para reprodução. O que ainda intriga os cientistas é o motivo. As teorias mais aceitas dizem que o relacionamento de animais do mesmo sexo ajuda a fortalecer laços sociais.


2 – RELACIONAMENTOS GAYS NÃO DURAM
Geralmente, se tem essa ideia. Ou pelo menos que eles não duram tanto quanto as relações heterossexuais. Algumas teorias psicológicas afirmam que é justamente o preconceito das outras pessoas e a dificuldade de reconhecimento legal que levam os casais homossexuais a desejarem fortalecer um relacionamento.
Um estudo da Universidade de Washington acompanhou casais gays por um período de doze anos, e constatou que um a cada cinco casais romperam a relação, taxa inferior à de divórcios no mesmo período.
3- A MAIORIA DOS PEDÓFILOS SÃO GAYS
Essa é uma questão delicada, já que pedofilia é um dos poucos assuntos no mundo em que há unanimidade: ninguém defende publicamente a pedofilia. Quando se trata de traçar um perfil do pedófilo, alguns imaginam uma compulsão a desejos homossexuais. Um instituto de Psiquiatria no Canadá fez um estudo com gays para descobrir se havia alguma ligação entre as duas coisas. Os cientistas chamaram homens homo e outros heterossexuais, lhes mostraram fotos de crianças e mediram sua excitação sexual. Os homossexuais não reagiram mais fortemente à imagem de meninos do que os heteros à de meninas.
Um outro estudo, da Universidade do Colorado, analisou 269 casos de abuso infantil. 82% dos casos foram iniciativa de adultos heterossexuais, e os 18% restantes ficaram divididos entre homens gays e lésbicas. De lambuja, o estudo afirmou concluir que homossexuais tendem a resolver conflitos mais facilmente.
4 – CASAIS GAYS NÃO SÃO BONS COMO PAIS OU MÃES
Uma ideia que envolve legalidade, já que a justiça da esmagadora maioria dos países proíbe o casamento homossexual, também não se mostrou verdadeira. Muitos fazem fileiras contra o casamento gay porque não admitem a possibilidade de que eles possam formar uma família.
Estudos analisaram alguns quesitos com os filhos de casais. 90 adolescentes foram analisados, por exemplo, na escola, e a média de nota foi superior em filhos de casal homossexual. O estudo mostrou também que não há entre filhos de casal homossexual tendência nenhuma para entrar em delinquência juvenil, que ás vezes é relacionada a revoltas ou traumas de infância. A conclusão do estudo, de que não há mal nenhum em que casais gays criem filhos, foi publicada em uma revista norte-americana em fevereiro deste ano.
5 – SER GAY É UMA ESCOLHA
Esta aqui pode causar a maior surpresa: um estudo afirma que o homossexualidade não é uma escolha, é genético! Um estudo da Universidade McMaster, em Ontario (Canadá). Entenda: a pesquisa analisou gêmeos univitelinos ( gêmeos idênticos em que todos os genes são compartilhados), com gêmeos bi vitelinos (chamados de gêmeos fraternos, onde apenas 50% dos genes são iguais). Observou-se que os gêmeos idênticos estão mais propensos a ter a mesma orientação sexual – seja ela qual for – do que os gêmeos fraternos. Ou seja, na maioria dos gêmeos idênticos, se um deles é gay, o outro também o será, ou seja, está no gene.
O estudo também achou outras possíveis causas para a homossexualidade. Uma delas, curiosa, é a exposição hormonal do feto dentro do útero durante a gravidez. E há particularidades no organismo de indivíduos sexuais, tais como diferenças no sistema nervoso central. E uma surpreendente, que caracteriza os gays pelo formato da orelha!

Atenção: o conteúdo desse post foi retirado do site hypescience.